domingo, 18 de abril de 2010

Papoila à chuva



Estou como a chuva...
Que canta, que chora...
Que me odeia, que me adora...
Que grita, que escorre...
Que vive, que morre...
Que me leva, que me lava...
Que me aviva, que me apaga...
Que me agride, que me abraça...
Que me diz que tudo passa...
Tudo muda, tudo gira
É verdade. É mentira?
Realidade, ilusão...
Um caminho, um coração.
Chove, chove, chove...
E é quase, quase Verão.

1 comentário:

Lurdes Monteiro disse...

Minha querida amiga,
Incrível como a beleza que existe dentro de ti, emerge pelas palavras....que delícia